Os dias ensolarados de verão impulsionam a venda de óculos escuros em todo o país. Contudo, a alta procura pelo acessório também aumentam a entrada de produtos falsificados no Brasil.
Basta uma simples caminhada pelo centro das grandes cidades para encontrar uma vastidão de modelos similares aos óculos mais procurados e queridos de grandes fabricantes. A reprodução falsificada desses modelos pode ser facilmente encontrada nas mais diversas cores em qualquer barraca de camelô por preços a partir de R$10.
Os famosos óculos piratas vêm chamando a atenção da Receita Federal, que apreende quantidades cada vez maiores desses produtos ilegais. Só no ano passado, cerca de R$13,1 milhões em óculos escuros falsificados foram confiscados somente no Estado de São Paulo, um dos que mais produzem produtos piratas.
Em âmbito nacional, a Receita registrou um aumento de 53,3% desse tipo de mercadoria só no primeiro trimestre de 2014, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Risco à saúde
As réplicas possuem características muito parecidas com os modelos originais. Em alguns casos, suas etiquetas anunciam que as lentes são capazes de proteger os olhos contra os raios solares, e isso não passa de propaganda falsa.
O material necessário para a produção de lentes escuras realmente seguras tem custo muito superior ao das réplicas e, consequentemente, quem usa óculos escuros falsificados está exposto aos danos que a radiação solar pode causar aos olhos.
Há quem compre os óculos piratas para aproveitar somente a armação, mandando fazer a lente em óticas especializadas. Mesmo nestes casos, o barato também pode sair caro, já que o material de baixa qualidade não oferece a mesma resistência que os modelos originais e as armações descascam, entortam ou mesmo se quebram depois de pouco tempo de uso.
Basta uma simples caminhada pelo centro das grandes cidades para encontrar uma vastidão de modelos similares aos óculos mais procurados e queridos de grandes fabricantes. A reprodução falsificada desses modelos pode ser facilmente encontrada nas mais diversas cores em qualquer barraca de camelô por preços a partir de R$10.
Os famosos óculos piratas vêm chamando a atenção da Receita Federal, que apreende quantidades cada vez maiores desses produtos ilegais. Só no ano passado, cerca de R$13,1 milhões em óculos escuros falsificados foram confiscados somente no Estado de São Paulo, um dos que mais produzem produtos piratas.
Em âmbito nacional, a Receita registrou um aumento de 53,3% desse tipo de mercadoria só no primeiro trimestre de 2014, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Risco à saúde
As réplicas possuem características muito parecidas com os modelos originais. Em alguns casos, suas etiquetas anunciam que as lentes são capazes de proteger os olhos contra os raios solares, e isso não passa de propaganda falsa.
O material necessário para a produção de lentes escuras realmente seguras tem custo muito superior ao das réplicas e, consequentemente, quem usa óculos escuros falsificados está exposto aos danos que a radiação solar pode causar aos olhos.
Há quem compre os óculos piratas para aproveitar somente a armação, mandando fazer a lente em óticas especializadas. Mesmo nestes casos, o barato também pode sair caro, já que o material de baixa qualidade não oferece a mesma resistência que os modelos originais e as armações descascam, entortam ou mesmo se quebram depois de pouco tempo de uso.
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