Ao G1, a delegada Lélia Maria Raimundi, coordenadora da Polícia Civil em Alagoinhas, disse que apesar de indicar a participação de outra pessoa no crime, o nome do mandante não foi revelado. Também não há informações sobre quanto ele iria receber pela ação.
Ainda de acordo com a delegada, com a nova versão da história, o crime deixou de ser tratado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, para ser feminicídio, termo que define o homicídio no qual a vítima é morta por ser mulher. Além disso, a prisão temporária dos dois suspeitos foi convertida em prisão preventiva. (Bahia.ba)
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